Sponsored by

Juros Inteligentes   Juros Inteligentes
ED 028
{{subiu_orn | }} {{subiu_num | }} {{subiu_orn | }}

{{subiu_caps | }}

{{subiu_linha | }}

Um ponto de taxa a menos devolve R$ 18.252 no financiamento

A primeira parcela cai de R$ 2.654,32 para R$ 2.502,84 e o saldo de R$ 200 mil muda de banco sem escritura nova.

Uma pasta de contrato de financiamento imobiliário aberta com a linha da taxa grifada a caneta e uma chave apoiada sobre a folha, sob uma faixa de luz vinho.

O contrato pronto para mudar de banco

▼
 

A portabilidade de um financiamento imobiliário é direito do tomador desde a Resolução 4.292 do Conselho Monetário Nacional, de dezembro de 2013, e a norma proíbe a cobrança de tarifa do cliente pela transferência da operação. Um saldo devedor de R$ 200 mil que segue pagando 11,49% ao ano quando existe balcão de 10,49% entrega R$ 18.252,74 a mais de juro ao longo de 240 meses, conforme a simulação que rodamos no sistema de amortização constante. As duas frases descrevem o mesmo contrato assinado.

A operação tem nome burocrático e mecânica simples. O tomador pede ao banco onde paga hoje um documento com o saldo devedor atualizado, o prazo restante e a taxa vigente, leva esse papel a outro banco, e a instituição nova quita o saldo com a antiga e passa a receber as parcelas. A dívida muda de credor. O imóvel, o valor devido e o prazo que falta continuam onde estavam.

A garantia acompanha a dívida na mesma operação. A alienação fiduciária registrada em cartório é transferida ao banco que assume o contrato, sem escritura de compra e venda nova, sem imposto de transmissão, sem corretagem. O que se paga é a averbação da troca de credor no registro de imóveis, custo tabelado por estado que costuma sair na casa das centenas de reais e entra uma vez só.

O contrato de financiamento imobiliário é o mais longo que uma família brasileira assina, e é justamente o mais raro de ser revisto. Quem trocou de operadora de celular três vezes na década costuma carregar a mesma taxa habitacional por vinte anos, porque o crédito imobiliário chegou junto com a chave e passou a ser tratado como parte do imóvel, não como um produto financeiro com preço negociável todo mês.

O tomador vigia a parcela porque é ela que aperta o orçamento. A taxa anual, escrita numa linha do contrato, some da vista assim que o débito automático começa a rodar. Ela é quem decide quanto do dinheiro pago em duas décadas vira amortização e quanto vira receita do banco.

Pegamos um saldo devedor de R$ 200 mil com 240 meses pela frente e cotamos a mesma dívida em seis balcões de taxa diferente, para medir quanto cada ponto percentual custa em reais até a última parcela.

Continue lendo ↓

 
 

I  Ranking do Juro

Seis bancos cobram preços diferentes pelo mesmo saldo

Todas as linhas do ranking abaixo repetem a mesma situação de partida: saldo devedor de R$ 200.000,00, 240 parcelas restantes, sistema de amortização constante, e a mesma alienação fiduciária registrada sobre o mesmo imóvel. Muda apenas a taxa anual do banco que assume o contrato pela portabilidade.

A garantia é idêntica nas seis linhas, o prazo é idêntico nas seis linhas e o saldo é idêntico nas seis linhas. A taxa anual sozinha move R$ 69.137,56 do total pago até a última parcela.

Ordenado do balcão mais barato para o mais caro, com o total pago em 240 meses e a primeira parcela de cada um:

Cooperativa de crédito habitacional, 9,49% ao anototal R$ 382.771,17 · 1ª parcela R$ 2.350,11
Banco público com carteira de poupança, 10,29% ao anototal R$ 397.507,26 · 1ª parcela R$ 2.472,40
Banco de varejo do contrato atual, 11,49% ao anototal R$ 419.428,72 · 1ª parcela R$ 2.654,32
Banco digital, 11,99% ao anototal R$ 428.498,89 · 1ª parcela R$ 2.729,59
Banco de varejo de grande porte, 12,49% ao anototal R$ 437.532,00 · 1ª parcela R$ 2.804,55
Financeira de crédito imobiliário, 13,29% ao anototal R$ 451.908,73 · 1ª parcela R$ 2.923,86

Quem paga hoje 11,49% ao ano e leva o contrato para a cooperativa economiza R$ 36.657,55 até a última parcela. Quem faz o caminho contrário, aceitando a proposta da financeira, entrega R$ 32.480,01 a mais pelo mesmo imóvel que já é dele.

O ranking também explica por que o banco atual quase sempre cobre a oferta. A norma do Conselho Monetário Nacional dá à instituição credora o direito de apresentar contraproposta antes de liberar a transferência, e um contrato habitacional em dia é a carteira de menor inadimplência do crédito para pessoa física, porque o imóvel responde pela dívida. Perder um pagador desses para o balcão da esquina custa mais caro que baixar um ponto na taxa dele.

A comparação fica limpa porque o risco é o mesmo em todas as linhas. O banco novo recebe a mesma garantia registrada, sobre o mesmo imóvel, com o mesmo tomador adimplente. A taxa alta das últimas linhas não está cobrando risco, está cobrando a inércia de quem nunca pediu o extrato do saldo devedor.

Um aviso de leitura antes de seguir. Cada instituição publica tabela própria, as taxas mudam conforme o relacionamento e o indexador do contrato, e o custo efetivo total sempre fica acima do juro anunciado porque carrega seguro habitacional obrigatório, tarifa de administração e a taxa referencial quando ela existe no contrato. A mecânica é que não muda: mesmo saldo, mesma garantia, credor novo.

 
 

II  Juro em reais

R$ 18.252 saem do contrato com um ponto a menos

O caso do dia é a portabilidade mais modesta do ranking, aquela que troca 11,49% ao ano por 10,49% ao ano. Um ponto percentual exato, o tipo de diferença que o tomador escuta no telefone e considera pequena demais para justificar uma tarde de papelada.

O saldo devedor é de R$ 200.000,00, restam 240 parcelas e a amortização é constante, então a parcela começa alta e cai todo mês. No contrato antigo, a primeira prestação é de R$ 2.654,32. No contrato novo, com o mesmo saldo e o mesmo prazo, a primeira prestação é de R$ 2.502,84.

Os números da operação, um por linha, ficam assim:

Saldo devedor transferidoR$ 200.000,00
Parcelas restantes240
Taxa do contrato atual11,49% ao ano
Taxa do contrato novo10,49% ao ano
Primeira parcela no contrato atualR$ 2.654,32
Primeira parcela no contrato novoR$ 2.502,84
Total pago no contrato atualR$ 419.428,72
Total pago no contrato novoR$ 401.175,98
Juro que sai do contratoR$ 18.252,74
Alívio médio por mêsR$ 76,05

O par de linhas que decide a operação é o total pago de cada lado. O tomador ia entregar R$ 419.428,72 ao banco antigo e passa a entregar R$ 401.175,98 ao banco novo, pelo mesmo imóvel, no mesmo prazo, com a mesma garantia averbada.

R$ 151,48 de queda na primeira parcela parecem pouco no mês, e somam R$ 18.252,74 ao longo das 240 prestações. O ponto percentual não aparece no orçamento mensal, ele aparece no total.

Quem tem fôlego para manter o valor antigo da prestação depois da troca ganha um segundo efeito. Os R$ 151,48 que sobram podem ser destinados à amortização extraordinária do saldo devedor, e a lei que assegura esse abatimento com desconto de juro é anterior a qualquer norma de crédito imobiliário.

"É assegurado ao consumidor a liquidação antecipada do débito, total ou parcialmente, mediante redução proporcional dos juros e demais acréscimos."

Código de Defesa do Consumidor, Lei nº 8.078, art. 52, § 2º, 1990

A amortização extraordinária permite escolher entre reduzir o valor da parcela ou reduzir o prazo do contrato. Cortar prazo apaga as prestações finais, e é ali que o juro acumulado da última década do financiamento mora, então o mesmo real aplicado rende mais no abatimento de prazo que no alívio da parcela.

Há um custo que precisa entrar na conta antes de assinar. A averbação da troca de credor no registro de imóveis é paga pelo tomador, o valor segue a tabela do cartório de cada estado e costuma ficar na casa das centenas de reais. Contra R$ 18.252,74 de juro economizado, o cartório é despesa de uma linha. Contra uma economia de trezentos reais em contrato quase quitado, o cartório come a vantagem inteira.

Peça ao banco novo a simulação escrita com o custo efetivo total, o valor do seguro habitacional embutido e o total pago até a última parcela, e compare esses três campos com os mesmos três campos do contrato atual. Taxa anual solta engana, porque o seguro e as tarifas mudam de banco para banco e entram na prestação todo mês.

 

Quem banca a edição de hoje

Farmers Need Better Tools. Greenfield Is Building Them.

For generations, farmers have relied on bigger equipment and chemical inputs to improve productivity.

Greenfield Robotics is building a new category of agricultural equipment: autonomous robots designed to help farmers manage weeds with precision.

But the bigger opportunity may be the platform itself. It raises a bigger question: if robots can autonomously manage weeds, what other farm tasks could they eventually take on?

Greenfield is already expanding the platform beyond weeding, with feeding, spraying, and cover-crop planting on the roadmap.

The vision: a new generation of farm equipment that can perform more work autonomously—potentially reducing dependence on chemical inputs and the rising costs associated with conventional farming.

Investors can own a stake in Greenfield Robotics through its Regulation A+ offering. Currently in Testing the Waters. Join the waitlist.

Greenfield Robotics is Testing The Waters under tier 2 of Regulation A. No money or other consideration is being solicited, and if sent in response will not be accepted. No offer to buy the securities can be accepted and no part of the purchase price can be received until the offering statement filed by the company with the SEC has been qualified by the SEC. Any such offer may be withdrawn or revoked, without obligation or commitment of any kind, at any time before notice of acceptance given after the date of qualification. An indication of interest involves no obligation or commitment of any kind. “Reserving” shares is simply an indication of interest. There is no binding commitment for investors that reserve shares in this manner to ultimately invest and purchase the shares reserved of the company, or to purchase any shares of the company whatsoever.

Patrocinadores mantêm a edição gratuita

 
 
 

III  Porta de Saída

Como pedir a portabilidade em cinco movimentos

A transferência se resolve com cinco movimentos objetivos, feitos na ordem, sem depender da boa vontade do gerente que atende hoje.

1. Peça ao banco atual o documento com saldo devedor atualizado, prazo restante, sistema de amortização e taxa efetiva. A norma do Conselho Monetário Nacional obriga a instituição a fornecer essas informações ao cliente, e o pedido pode ser feito pelo aplicativo, sem visita à agência.

2. Leve os mesmos dados a três bancos, incluindo uma cooperativa de crédito. Simulação de portabilidade é gratuita e não registra consulta que derrube score, porque o valor pedido é o saldo que você já deve, não crédito novo.

3. Compare pelo custo efetivo total e pelo total pago até a última parcela, nunca pela taxa anunciada. Seguro habitacional e tarifa de administração entram na prestação e variam entre instituições que anunciam a mesma taxa.

4. Apresente a melhor proposta ao banco atual antes de assinar qualquer papel. Ele tem prazo para cobrir a oferta, e a contraproposta aceita entrega a taxa menor sem cartório, sem averbação e sem trocar de aplicativo.

5. Some o custo de averbação da nova garantia e divida a economia total por esse custo. Portabilidade que devolve R$ 18.252,74 contra algumas centenas de reais de cartório é decisão de uma tarde. Portabilidade que devolve pouco mais que o custo do registro não vale a papelada.

"Quanto do seu contrato de vinte anos você já cotou em outro banco desde o dia da chave?"

Existe caminho para quem descobre tarde que a taxa está velha. A portabilidade não tem prazo de carência nem número máximo de vezes, e um contrato transferido em 2026 pode ser transferido de novo em 2028 se o juro básico cair e algum balcão repassar a queda. O saldo devedor é o mesmo em qualquer mesa, e a garantia continua sendo o imóvel. R$ 18.252,74 de juro em 240 meses. Foi quanto um ponto percentual moveu num saldo de R$ 200 mil na simulação que rodamos em amortização constante.

 
 

O ebook no seu celular

O ebook aberto no app

O Preço do Seu Empréstimo no seu bolso, com o plano de 8 dias.

Ler, marcar, anotar e seguir o plano. Funciona offline e é seu pra sempre.

Quero o ebook + app →
 
Quiz da edição

Quanto sai do bolso do tomador quando ele passa a alienação fiduciária pro banco novo, sem escritura de compra e venda nova?

ASó o imposto de transmissão
BSó a corretagem do imóvel
CSó a averbação da troca de credor no cartório
DNada, a portabilidade é 100% gratuita

Resultado da última edição: 0% acertaram.

Veja o ranking de quem mais acerta →

 
Sua avaliação

Como foi a edição de hoje?

💳💳💳💳💳  ótima 💳💳💳💳  boa 💳💳💳  ok 💳💳  ruim 💳  péssima
 
Recomendação de Newsletter
Versículo do Dia

Versículo do Dia

Todo dia, 05:05. Um versículo, o contexto que 2.000 anos de distância esconderam e o que muda quando você entende.

Quero receber →

 
Indique e destrave

Chame mais um tomador pra mesa do crédito

Cada leitor confirmado pelo seu link sobe um degrau da escada de prêmios.

  
você1

{{indicacoes_confirmadas | 0}} confirmadas · faltam {{indicacoes_falta | 1}} pra próxima recompensa

● 1
Pack de wallpapers
Pack de wallpapers
■ 3
EDIÇÃO
Colecionador
 
DO MÊS
🥇
Edição de Colecionador do mês
▲ 5
ebook O Preço do Seu Empréstimo
ebook O Preço do Seu Empréstimo

Pegar meu link de indicação →

 
Sua jornada
🔥 {{streak_atual | 0}} recorde
{{streak_recorde | 0}}

{{streak_titulo | Comece sua ofensiva hoje}}

sua patente

{{rank_simbolo | ◆}} {{rank_nome | Aprendiz}}

 

faltam {{xp_falta | 5}} de ouro pra {{rank_prox | próxima patente}}

{{edicoes_lidas | 1}}
edições
{{cliques | 0}}
cliques
{{avaliacoes_feitas | 0}}
avaliações
{{moedas | 0}} de ouro na carteira 🏪 loja e missões no hub
{{streak_cta | Começar minha ofensiva}}
 
 
 

De caro pra barato.

Juros Inteligentes

JUROS INTELIGENTES

O mesmo dinheiro, o menor juro

💬 WhatsApp·📣 Anuncie·✍️ Newsletter